Você é o líder da sua carreira. Não fique parado!

Por | Noticias da Columbia

Veja aqui dicas preciosas para seu desenvolvimento profissional, como cursos, leituras e posturas, de acordo com seus objetivos.

Qual é a diferença entre emprego e carreira? A resposta a esta pergunta pode mudar o seu futuro profissional. Emprego é a sua atividade de trabalho atual, que lhe garante um salário em troca de serviços para uma empresa. Carreira é algo muito maior:  um conjunto de decisões para o desenvolvimento contínuo de sua vida profissional. Leia Mais

Lean Manufacturing aumenta em 54% a produtividade no CD de Curitiba

Por | Noticias da Columbia

Um processo de trabalho criado em uma fábrica de automóveis se tornou um modelo de gestão para todo o mundo. Trata-se do Lean Manufacturing, que pode ser traduzido como manufatura enxuta e também é conhecido como Sistema Toyota de Produção. Essa filosofia, que visa reduzir desperdícios e aumentar a produtividade, foi implantada com sucesso no CD da Columbia em Curitiba. Leia Mais

Descarte de lâmpadas fluorescentes requer cuidados; e Columbia segue as normas

Por | Responsabilidade Social

Recentemente, a Columbia trocou todo o sistema de iluminação do seu escritório em Cotia por luminárias LED, que gastam menos energia e ainda duram mais tempo. Isso faz com que a empresa reduza o seu impacto ambiental, ao consumir menos recursos naturais. Mas o que foi feito com as lâmpadas fluorescentes, depois que foram substituídas? Para nós, essa questão é tão importante quanto o benefício gerado pela nova tecnologia.

Antes de mais nada, é preciso saber que as lâmpadas fluorescentes não podem ser descartadas junto com o lixo comum. Primeiramente, porque o vidro leva 10 mil anos para se decompor na natureza. E também porque essas lâmpadas possuem material tóxico, como mercúrio e chumbo, que podem contaminar o meio ambiente e causar danos à saúde humana.

O mercúrio pode evaporar e contaminar a chuva. Também pode ser absorvido por micro-organismos e assim chegar aos animais, às plantas e ao ser humano.

Para fazer o descarte correto das lâmpadas fluorescentes a Columbia contratou uma empresa especializada, que segue os critérios regulatórios previstos no Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), aprovado pela CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo).

Processo de descontaminação

A descontaminação das lâmpadas fluorescentes consiste em separar os terminais (componentes de alumínio, soquetes plásticos e estruturas metálico-eletrônicas), o vidro (em forma de tudo, cilindro ou outro formato), o pó fosfórico (pó branco contido no interior da lâmpada) e, principalmente, o mercúrio, que será, no fim, recuperado em seu estado líquido elementar.

Acompanhe o passo a passo do processo de descontaminação:

  1. Todo o processo se dá por meio de equipamentos instalados sob circunstâncias especiais e em ambiente controlado, para que não haja fuga de vapores e a contaminação do ambiente e das pessoas;
  2. Em ambiente enclausurado e sob pressão negativa, as lâmpadas são rompidas, os soquetes/terminais das lâmpadas são separados e passam por um processo de segregação. O pó de fósforo contaminado com mercúrio é retido e segue para o processo de desmercurização;
  3. Os pedaços de vidro são limpos e testados, de modo que a concentração de mercúrio neles não exceda 1,3 mg/kg. Se estiver dentro dessas especificações, o vidro é reciclado para a fabricação de produtos não alimentícios;
  4. Depois de limpos, o alumínio e os pinos de latão são enviados para a reciclagem em uma fundição, e, no caso desses materiais, o mercúrio não deve exceder o limite de 20 mg/kg;
  5. A poeira de fósforo é enviada para a destilação, onde o material é aquecido até vaporizar o mercúrio (em temperaturas acima de 357°, ponto de ebulição do mercúrio). O material vaporizado a partir desse processo é então condensado e coletado em recipientes especiais ou decantadores. O mercúrio obtido passa por uma nova destilação, a fim de se remover suas impurezas;
  6. A única parte da lâmpada que não é reciclada é o baquelite existente nas extremidades da lâmpada.
  7. O vapor de mercúrio capturado na etapa de ruptura da lâmpada segue para o Sistema de Controle de Emissão de Gases, composto por filtros de cartucho, para retenção do particulado, e filtro de carvão ativado, que retém os vapores de mercúrio.

Descarte residencial

Já a população, mesmo sem ter acesso direto a todo este processo de descontaminação, também deve seguir alguns cuidados básicos quando precisar descartar lâmpadas fluorescentes: embalar em plástico bolha ou papelão, para evitar que o vidro quebra e depositar em postos de coletas específicos. Vale repetir: esse material nunca deve ser jogado no lixo comum.

Veja um vídeo educativo sobre o descarte de lâmpadas fluorescentes:

Para receber tratamento adequado, esgoto é transportado para outra cidade

Por | Responsabilidade Social

Nem todas as áreas urbanizadas contam com rede pública de coleta e tratamento de esgoto. Imóveis que se encontram nesta situação devem contar com sistemas de fossas sépticas, onde são depositados os dejetos sanitários. É o caso do CD da Columbia em Cotia. Mas qual é a destinação final destes resíduos, depois de retirados das fossas? Eles não podem ser simplesmente despejados no meio ambiente, porque o lançamento de efluentes líquidos não tratados, provenientes de esgotos, em rios, lagos e córregos provoca desequilíbrio no ecossistema aquático.

O esgoto doméstico, por exemplo, consome oxigênio em seu processo de decomposição, causando a mortalidade de peixes. Os nutrientes (fósforo e nitrogênio) presentes nesses despejos, quando em altas concentrações, ainda causam a proliferação excessiva de algas, o que também desequilibra o ecossistema local.

Por esta razão, a Columbia conta com os serviços de uma empresa especializada em destinação adequada destes resíduos, que são transportados até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Sabesp em Barueri, município próximo na Grande São Paulo (foto acima).

Este tipo de trabalho só pode ser realizado por firmas que possuam o Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais (CADRI).

O CADRI é um instrumento que aprova o encaminhamento de resíduos industriais a locais de reprocessamento, armazenamento, tratamento ou disposição final, licenciados ou autorizados pela CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) para as empresas da cidade de São Paulo.

Essa certificação não é necessária apenas para resíduos industriais, mas também para qualquer resíduo de interesse à saúde, como o esgoto dos banheiros, caso em que se enquadra a necessidade da Columbia.

Este é mais um exemplo de responsabilidade ambiental, que está onde os olhos não veem, mas onde a natureza e a nossa saúde agradecem.